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Mostrando postagens de 2021

Adoration for None - Revolution

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  Duo formado em meados de 2014 e que depois encerrou as atividades em 2017. Para a sorte dos amantes do Metal, em 2020 eles voltaram à ativa e começaram a ensaiar no Estúdio 2112. Contando com o apoio e experiência do Marco Fallador (DESASTER, WARTHRASH e FACE OF DESASTER), o grupo acabou de lançar “Revolution”, um Single pesado e cheio de energia. A galera do Metal Extremo irá vibrar com a sonoridade: ótimos riffs de guitarra, uma batera vigorosa e pesada, vocalizações rasgadas e agressivas. Mais uma banda que surpreende ao lançar um material bastante competente. Caio Barbosa (vocal/baixo) e Matheus Barbero (guitarra) são os integrantes do projeto e convidaram Marvin Portello (guitarrista e produtor) para assumir as baquetas. Confiram e acompanhem este trabalho e os vindouros também. – Nota: 8 Faixas: 1. Revolution Facebook

Mercy Shot - Prelude to Judgement

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  Quinteto de São Paulo formado em 2017 e que carrega influências sonoras de estilos como Heavy Metal, Power Metal e Rock n’ Roll. O grupo lançou dois Singles e agora nos apresenta “Prelude to Judgement”, o primeiro EP. Diga-se de passagem, é um trabalho muito, mas muito bem feito e que traz belas composições que traduzem grandiosamente o que é o som do grupo. O ouvinte irá aqui encontrar peso, muita energia, riffs precisos e bem feitos, baixo forte, uma batera que dá o tom e o ritmo adequados à proposta, ou seja, a cozinha instrumental é bastante coesa e hábil. Completando e complementando a eficácia sonora temos as excelentes vocalizações de Karina Menasce. Minha Nossa! Belíssima voz e que aqui se funde perfeitamente ao som trazendo vigor e brilhantismo à banda. A obra é composta por apenas 3 composições que totalizam 12 minutos de um som intenso. A gente lamenta demais, pois a audição é prazerosa e o ouvinte acaba ansiando por um tempo maior. E é nessa hora que a gente torce par

Cerebral Invasion

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  O ano praticamente nem começou e já estamos com uma entrevista nova em ação. E desta vez é uma banda gringa que nos presenteia. Falamos com o Mahmood, vocalista do grupo CEREBRAL INVASION, quinteto que faz um Thrash Metal cheio de violência, muita fúria e com uma pegada dos anos 80. Nesta breve conversa, o vocalista nos contou um pouco sobre a origem do grupo, a repercussão do primeiro EP, o movimento do Metal na Alemanha e seus sentimentos em relação ao mundo. Confiram como foi a nossa conversa e apoiem o Underground. Demais detalhes também podem ser obtidos no Facebook oficial da banda. Apreciem, divulguem e prestigiem! Como começou a banda e qual a formação atual? Mahmood: Somos uma banda de Thrash Metal da área de Ruhrpott na Alemanha e começamos em outubro de 2019. O grupo é composto por 5 músicos, meu nome é Mahmood e sou responsável pelos vocais e também escrevo as letras. Stefan e Dominik são nossos guitarristas e eles escrevem as músicas. Na bateria temos o Kilian e

Agoniza - Infected

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  Temos a honra imensa de apresentar a vocês o AGONIZA, quarteto formado em 2020, ou seja, grupo muito recente e que já começou dando a cara para bater e mostrando para o que veio. E vieram justamente para fazer um som pesado, rápido e agressivo. Representantes fiéis do Death/Thrash Metal, estes músicos estrearam com o EP chamado “O Significado da Carne”, trampo lançado em 2020. E agora, logo no começo de 2021, já lançaram “Infected”, um Single de peso. Trata-se, na verdade, da gravação de um cover do BAD RELIGION que teve um resultado fantástico e que ainda traz dois convidados especiais: André Garotti (guitarra) e Potyx (teclado). Destaque para os riffs bastante intensos, solos de guitarra, o peso e a brutalidade. Os membros já são figuras conhecidas do cenário metálico nacional. São eles: Nicolas Gomes (guitarra), Victor Barbosa (bateria), Cláudio Slayer (baixo) e Zé Misanthrope (vocal). Amantes do Metal Extremo irão apreciar essa pérola. Confiram! – Nota: 8 Faixas: 1. Infected

Nervosa - Perpetual Chaos

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  “Em time que está ganhando não se mexe” - Vocês já ouviram esta expressão popular, não é mesmo? E justamente não se mexe, pois pode dar ruim, né? Pois com a NERVOSA não deu ruim, deu certo. Na verdade, deu MUITO certo. A banda feminina de Thrash Metal acaba de lançar o seu quarto Full. Digamos de passagem que este lançamento estava muito esperado por grande parte dos amantes do grupo, afinal de contas é o primeiro trampo com a nova formação. E as meninas mandaram bem demais. Da formação original restou apenas a Prika Amaral, a guitarrista. As demais integrantes são novas e todas pertencentes ao cenário do Metal internacional. E o grupo que já vinha crescendo a cada lançamento, se mostrou agora mais firme e consolidado na cena da música extrema. O som está mais pesado, rápido, forte, intenso e, acima de tudo, mas técnico. Continuam fazendo um Thrash Metal e agora, nitidamente, notamos uma pegada de Death Metal bastante vigoroso. A obra tem 13 composições e um total de quase 45 minut

Hammathaz - The One

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  Definitivamente 2020 foi um ano ruim e cheio de vários tropeços. A pandemia parou praticamente tudo e um dos setores mais atingidos foi o do entretenimento. E com isso, os grupos pararam de fazer shows e o lançamento de determinados materiais também foi prejudicado. Ainda que tenha sido assim, o público do Metal não pode reclamar tanto. Tivemos algumas boas obras lançadas e no finalzinho do ano o HAMMATHAZ nos deu de presente o seu primeiro Full. Ouso aqui afirmar que foi um PRESENTÃO. “The One” conta com a produção de Thiago Bianchi e é um álbum poderoso e muito bem feito em vários aspectos: arte gráfica, composições, sonoridade e, acima de tudo, habilidade. Ao todo são 9 músicas pesadas e cheias do vigor que o estilo exige. É um Death Metal com toques modernos e contemporâneos aliado a elementos do Thrash Metal. Talvez nem todos conheçam a trajetória do grupo. O HAMMATHAZ é de Sorocaba, interior de São Paulo, e começou suas atividades em 2003. Lançaram EPs, Singles e Demos. O tem

Snow - Fast N’Heavy Loud N’Slow

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O cenário da música independente e do Underground está cada dia mais rico e forte. O ano de 2021 já começa com garra e vigor. Muitas bandas, muitos lançamentos e muita novidade logo no comecinho do ano. E é neste bolo que entra o SNOW com seu primeiro e ótimo Full. “Fast N’Heavy Loud N’Slow” traz 8 ótimas composições que irão agradar aos amantes da boa música e aos que valorizam sonoridades como o Hardcore, Stoner e o Skate Punk. O projeto é idealizado por Rodrigo Neves do TIGERSHARKS e tudo começou em 2020, pois o músico tirou do papel uma antiga ideia e a transformou em prática. Gravado de forma remota, este primeiro trabalho conta com Rodrigo nas guitarras, vozes e bateria e ainda traz dois convidados: Andrez Machado (guitarra) e Rodrigo Borba (baixo). Antes do lançamento do Full, dois Singles circularam no cenário e tiveram boa repercussão: “Skate Fast Die Hard” e “Escape from Brasil”. E ambos ajudam a compor o grupo de boas músicas que constam nesta primeira obra. Aqui o ouvinte i

Okill - Live to Lie

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  O ano de 2021 praticamente nem começou, mas as bandas que fazem o cenário Underground já estão a todo vapor. Prova disso é este Single do OKILL, grupo de Metal de SP que voltou a ser um trio. Neste trampo, eles contaram com a participação do baterista Edu Nicolini (VOODOOPRIEST/ANTHARES/AGROTÓXICO). “Live to Lie” é uma música antiga e que foi deixada de lado. Caraca! Vejam só o resultado disso! Temos aqui uma porrada em todos os sentidos: instrumental muito bem entrosado, vocal cru, peso, vigor e uma energia incrível. Não há tanta velocidade, mas o que conta aqui é justamente a força que a composição carrega. Fiquem atentos aos solos e também ao baixo que se faz audível e pesado do começo ao fim. O Single já é uma amostra do que pode vir ao longo do ano quando pensamos em um Full. Se for parecido com isso, deve superar o ótimo “Reloaded”, obra de 2019. Ouçam, compartilhem e acompanhem o trabalho do grupo. – Nota: 9 Faixas: 1. Live to Lie Facebook Instagram

Begotten - Nothing Worth Remembering

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  Eis que o BEGOTTEN, trio canadense de Depressive Black Metal, ressurge com mais um lançamento. Já falamos deles por aqui quando nos brindaram com o ótimo “ And the Wind Cries Death ”, EP de 2018. “Nothing Worth Remembering” traz 3 composições e segue a mesma fórmula do que eles já estavam fazendo. O ouvinte irá encontrar melodias depressivas, doses de melancolia, riffs pesados e com trechos mais arrastados, vocais desesperados e cheios de agonia. Não há nada de novo aqui, o que não significa que não é um bom trampo. Pelo contrário. É material precioso para admiradores do gênero. A terceira composição foi a que mais me agradou. Possivelmente por ter uma introdução dedilhada e triste. Certamente é um estilo que não agrada uma grande maioria. Se você aprecia trabalhos soturnos e obscuros, ouça urgentemente. – Nota: 8 Faixas: 1. Nothing Worth Remembering I 2. Nothing Worth Remembering II 3. Nothing Worth Remembering III Facebook Bandcamp